AULAS PARTICULARES


Oferecemos aulas particulares de Inglês, Espanhol, Português e Italiano.  

A seguir, informações completas sobre o serviço (como funciona, o que ele abrange, benefícios, etc.)

- Tipos de aula que oferecemos:

  • Aulas preparatórias para ENEM, vestibulares e concursos (nível Médio)
  • Aulas preparatórias para concursos e exames de nível superior
  • Aulas para os níveis Fundamental e Médio

- Como são as aulas?

  • Aulas focadas nas necessidades do estudante (concursos, reforço escolar, processos seletivos, vestibulares, etc.)
  • Horários flexíveis - duração da aula a partir de 1h                
  • Aulas individuais ou em grupo
  • Professores qualificados

currículo Lattes do prof. Marcos: buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4414516A9

currículo lattes da prof. Janaína: https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4215528J6

  • Auxílio em tarefas escolares ou acadêmicas    

    Nossa proposta de aulas particulares começa com um levantamento das demandas e reais necessidades do estudante, para melhor traçar o programa de ações. 

    Portanto, a primeira coisa que é oferecida no nosso serviço de aulas particulares é uma aula com a avaliação do perfil do estudante. Essa avaliação prevê um diagnóstico dos seguintes elementos: as principais dificuldades encontradas pelo estudante; tipo de intervenção que será adequada às exigências teóricas ou de estudo já estabelecidas; condições que o estudante tem para acompanhar o programa de estudos a ser adotado; competências prévias do estudante. 

    O programa de estudos adotado seguramente varia de acordo com a situação demandada pelo aluno e conta com 9 diferenciais, que garantem a qualidade do serviço de aulas particulares prestado. Ou seja, trabalhamos com 9 grandes dimensões, durante todo o processo de aulas particulares, que objetivam assegurar resultados satisfatórios ao estudante. Conheça, a seguir, os nossos 9 diferenciais. 

9 DIFERENCIAIS

1. Ensino personalizado

Respeito à individualidade e à autonomia do estudante. Isso se faz, por exemplo, com a utilização de recursos didáticos híbridos e variados, sempre em conformidade com as competências prévias do estudante e com os desafios já traçados por ele com vistas à aprendizagem. Portanto, o tipo de aula a ser realizado se dá de acordo com o perfil do aluno, averiguado no diagnóstico, no começo do programa. Estrategicamente, valoriza-se as habilidades do estudante na facilitação da aprendizagem. Considerando os dados do diagnóstico, planeja-se sempre levar em conta as potencialidades do aluno na definição da metodologia empregada.

2. Priorização do raciocínio do estudante,

em vez do foco apenas em memorizações mecânicas. Priorizar o raciocínio significa apostar nas formas criativas, independentes e perspicazes de o estudante reter o conteúdo. Assim, ele consegue construir seus próprios esquemas mentais, facilitando a apropriação e o uso do conhecimento.

3. Incentivo à elaboração argumentativa de conceitos e fenômenos

Isso complementa o item "priorização do raciocínio". Sua importância se deve aos efeitos benéficos da postura ativa do aluno frente ao conhecimento. Com isso, ele pode se autorizar a realmente falar sobre o tópico, o que fortalece o domínio do que foi estudado. A ideia é garantir que a aprendizagem aconteça e seja interiorizada pelo estudante. É claro que a presença e a intensidade dessa elaboração argumentativa, no programa, variará de acordo com os objetivos de aprendizagem, com o tipo de conteúdo desenvolvido, etc.

4. Autoria

Trata-se do investimento na produção de conhecimento por parte do aluno. Nesse quesito, temos o estímulo e apoio para que ele produza materiais (resumos, formas de estudar, esquemas gráficos, etc.) que o permitam lembrar mais facilmente o conteúdo. Deste modo, ele poderá criar um sentido próprio ao que foi estudado, algo que realmente tenha valor para seu sistema intelectivo.

5. Revisão

Sempre que possível ou conveniente, haverá a revisão de conteúdos (revisar coisas que o estudante já viu em outro momento ou mesmo revisar conteúdos tratados no programa da aula particular). A revisão amplia as noções sobre Língua Portuguesa, sinaliza para o panorama no qual determinado tópico está inserido, considerando que os assuntos sempre têm relações com outras coisas já estudadas ou com coisas que o aluno já conhece. A revisão permite que a aprendizagem ganhe um contexto, ganhe um cenário. Desse modo, assegura-se uma linha lógica no programa de aprendizagem, uma costura entre as diferentes etapas do ato de "estudar Português". Além disso, a revisão também é uma maneira de tornar mais fecunda a explicação sobre algum assunto, possibilitando uma retenção mais fácil do conteúdo na memória, para que se alcancem resultados mais satisfatórios em exames ou provas.

6. Foco nos objetivos

Os recursos empregados durante o programa de estudo são calculados, definidos, calibrados, em função de determinadas finalidades. A ideia é alcançar os objetivos que são almejados pelo estudante.     

7. Muito exercício  

Não adianta ficar só na explanação da teoria, não é mesmo? É indispensável a realização de exercícios de fixação (propostos em aula) e, na medida do possível, de exercícios complementares, como tarefas adicionais indicadas para além do período de aula particular (prosseguimento do estudo feito em aula). Os exercícios constituem informação repetida e reelaborada, com diferentes graus de complexidade e explorando diferentes ângulos de um determinado assunto. Eles tornam mais sofisticado o domínio de um conhecimento e oportunizam a formação de uma memória de longo prazo. Praticar é necessário, para sair na frente e alcançar melhores resultados!

8. Avaliação da aprendizagem

Organizamos, ainda, recursos que possibilitem a verificação dos resultados intelectuais alcançados durante o processo. Na avaliação, o professor mostra de maneira clara os critérios de avaliação e de interpretação dos resultados obtidos, apontando quais resultados foram alcançados pelo estudante. É uma maneira de verificar se as aulas particulares funcionaram, o que precisou melhorar, entre outras coisas, encaminhando soluções.  

9. Princípio Ensinar a estudar - aprender a estudar

Como faço para estudar? Qual é o melhor método de estudo? Muitos já devem ter se perguntado isso! Pois bem: as técnicas de estudo são apropriações que serão feitas através de todo o programa de estudo, com ênfases maiores ou menores a depender da etapa do programa. Sempre haverá incentivo para que o estudante consiga obter autonomia e segurança ao criar suas próprias formas e rotinas de estudo. Isso pressupõe as várias dimensões e habilidades que integram os diferenciais anteriores (de que trata esta página). O ato de aprender a estudar requer que se mobilize coisas como: gerenciar o tempo de estudo; reconhecer o estilo de aprendizagem e organizar o material escolar/didático de modo que ele se torne aliado no trajeto de progressão dos conhecimentos. A ideia é determinar uma lógica de estudos que seja saudável, atrativa e eficiente.

Qual o valor das aulas?

Entre em contato com a gente! Solicite um orçamento por e-mail: bomtexto.revisao@gmail.com

ou por telefone: (51) 9989.7355 ou (51) 3453.7835

Desde já, agradecemos pelo interesse!


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